
Não puxe para verificar se enraizou — observe o surgimento de novas folhas como sinal de sucesso.
Mantenha o substrato levemente úmido até enraizar.
Enterre a estaca em substrato úmido.
Corte as folhas ao meio para reduzir a perda de água.
Retire um talo com cerca de 15 cm da ponta da planta (preferencialmente).

Atenção: Crótons que foram criados em sombra devem passar por um processo de adaptação (rustificação) antes de irem para o sol direto, para evitar queima das folhas.
Luz: Precisa de bastante luz. Pode ser cultivado em sol pleno, meia-sombra ou sombra com luz indireta.
Ambientes ideais: Jardim (plantado no chão), vaso em sacada, varanda ou dentro de casa próximo a janelas ensolaradas.
Frequência: Adubar periodicamente após o crescimento inicial, pois ele é uma planta de desenvolvimento mais lento.
Adubação orgânica: Composto orgânico, torta de mamona, farinha de ossos, bokashi, entre outros.
Adubação química: Fertilizantes com formulação equilibrada, como 10-10-10 ou 14-14-14.
Dica extra: Pulverizar água nas folhas ocasionalmente (ex. 1x por semana de manhã) pode ajudar na aparência, mas com moderação para evitar fungos.
Evite o encharcamento, pois pode causar apodrecimento das raízes.
O vaso deve ter furos de drenagem para evitar acúmulo de água.
Gosta de terra úmida, mas não encharcada.

Atenção: Manter longe de crianças e pets, pois é uma planta tóxica se ingerida.
A poda pode ser feita para formação ou renovação, com uso de luvas, pois o cróton solta seiva leitosa irritante e tóxica.
Pode-se limpar as folhas periodicamente com borrifadas leves de água.